cover

Edição #82

News

cadastre-se para receber
as novidades da cool!

Nome
Nome
myspace orkut

ATITUDE COOL

Texto: Stephanie Kohn
Fotos: Divulgação

Antigamente pouco se sabia sobre a quantidade de lixo produzido pela sociedade ou os danos que causava ao meio ambiente. Mas , hoje em dia esse cenário mudou muito. Com maior poder aquisitivo da população o consumo de produtos industrializad os se tornou imenso, ficando impossível não darmos atenção a este assunto.

Atualmente a quantidade de lixo produ­ zido por um ser humano, em um único dia, é de aproximadamente 5 Kg. Se contarmos a produção nacional, chegamos em até 240 mil toneladas por dia. porém, o problema não é a quantidade gerada, mas sim o que é feito com todo esse volume. 88% do lixo doméstico, por exemplo, vai para o aterro sanitário e menos de 3% é direcionado para os locais corretos, as chamadas usinas de compos­ tagem (adubo). com os dejetos hospitalares acon­ tece a mesma coisa, por ser um dos mais nocivos ao meio ambiente, todo volume gerado deveria ser incinerado. mas com toda inadimplência em re­ lação ao lixo, acaba sendo depositados em locais inapropriados. com isso, o brasil acaba recilando apenas 2% de todo lixo gerado. uma quantia alar­ mante!

Mas afinal, qual é a solução? A resposta é sim­ ples: a reciclagem, ou seja, o recolhimento de ma­ teriais recicláveis, previamente separados na fonte geradora e que são vendidos às indústrias recicla­ doras ou aos sucateiros. existem diversas moda­ lidade de coleta seletiva, entre elas, a domiciliar, feita em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores. esta, se assemelha ao procedimento normal de coleta lixo, porém, os veí­ culos coletores percorrem as residências em dias e horários diferentes da coleta normal. já a coleta em pev (postos de entrega voluntária) ou em lev (locais de entrega voluntária) utiliza normalmen­ te pequenos depósitos, colocados em pontos fixos onde o cidadão, espontaneamente, deposita os materiais. e a coleta em postos de troca se baseia na troca do material por algum bem ou benefício, ou seja, um ótimo incentivo para a reciclagem. enfim, qualquer que seja a modalidade que escolhermos, não é necessário muito esforço para nos habituarmos com a nova rotina. Além disso, quanto maior a participação voluntária em progra­ mas de coleta, menor é o custo de administração. por isso, para ajudarmos a diminuir esse números alarmantes, precisamos agir. Se você está disposto a ajudar o meio ambiente, basta seguir esses três simples passos, mãos a obra!

1. Procure o programa organizado de coleta de seu município ou uma instituição, entidade assis­ tencial ou catador que colete o material separada­ mente. lembre­se que você deve se informar so­ bre qual material a instituição recebe. não adianta separar plástico, por exemplo, se a entidade só recebe papel.

2. Para uma coleta de maneira ideal, separe os resíduos em não­recicláveis e recicláveis e dentro dos recicláveis separe papel, metal, vidro e plásti­ co. veja exemplo de materiais recicláveis:

• papel: jornais, revistas, formulários contínuos, folhas de escritório, caixas, papelão, etc.
• vidros: garrafas, copos, recipientes.  
• metal: latas de aço e de alumínio, clipes, gram­ pos de papel e de cabelo, papel alumínio.
• plástico: garrafas de refrigerantes e água, co­ pos, canos, embalagens de material de limpeza e de alimentos, sacos.

3. Escolha um local adequado para guardar os recipientes com os recicláveis até a hora da coleta. Antes de guardá­los, limpe­os para retirar os resí­ duos e deixe­os secar naturalmente. para facilitar o armazenamento, você pode diminuir o volume das embalagens de plástico e alumínios amassando­as.

Fonte: www.compam.com.br

SAIBA MAIS

Você sabia que pilhas e baterias, quando descarta­ das em lixões ou aterros sanitários, liberam com­ ponentes tóxicos que contaminam o solo, os cur­ sos d’água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões? por isso, por lei, os materiais que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, devem ser entregues, pelos usuários, aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica, para que repassem aos fabricantes ou im­ portadores e estes adotem os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequado.

Agora que já sabe, junte tudo o que achar em casa e leve aos postos de depósitos. contribua!

  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google
  • Live
  • TwitThis
  • blogtercimlap
  • Yahoo! Buzz
  • YahooMyWeb
  • MySpace
  • E-mail this story to a friend!


Deixe seu comentÁrio